25º Grito dos Excluídos mostra união e resistência ao governo Bolsonaro Com o tema “Este sistema não vale”

A 25ª edição do Grito dos Excluídos foi uma reunião de pessoas que resistem e tentam combater os atrasos incentivados pelo Governo Bolsonaro, na educação, nas proposições de reformas e, inclusive, na preservação dos bens naturais do Brasil, como foi o descaso com o último incêndio na Amazônia.


O ato, formado para dar visibilidade aos grupos excluídos da sociedade no dia da Independência do Brasil, mobilizou representantes de igrejas, centrais sindicais, movimentos sociais e pessoas da sociedade civil em um desfile que percorreu as ruas do centro do Recife, neste 7 de setembro. “Também precisamos destacar o quão emblemático se torna esta manifestação, uma vez que o atual presidente do País, mais uma vez, tenta fazer massa de manobra com as pessoas, ao convocar que as pessoas utilizem as cores da bandeira do Brasil, como referência à luta pela Amazônia. Luta que ele não esconde que jamais apoiou. E reunir tantos segmentos neste ato mostra que as pessoas não aceitam a administração desastrosa de hoje em dia”, comenta o deputado estadual e líder do governo local, Isaltino Nascimento.


Como um movimento advindo da igreja católica, a caminhada contou com a ilustre presença do arcebispo de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido; presença que mantém a tradição de um segmento religioso que luta por aqueles que mais precisam, e que caminham junto com a luta pela igualdade entre as pessoas.
O Grito dos Excluídos foi mais uma edição do movimento pacifista, que produz uma passeata que reúne pessoas para bradarem pelo combate às desigualdades sociais, ao desemprego, estagnação econômica e às medidas controversas do Governo Federal.